11 de dezembro de 2012

brasilinha

Brasília, meu amor...
Beijo-te com minhas rodas
Uma semana sem te ver
E tu já tanto me esnobas

Matas Oscar, fazes teu luto
Desfazes do corpo enquanto não estou
Tu és mais cruel que o setor hoteleiro e
mais displicente que a rodô

Fazes frio, obras na W3
Choves sobre minhas rotas mundanas
Ó, Brasília, não me punas
Com tamanha vingança urbana!

Prometo-te, não volto mais
A outro lugar, nunca me mudo
Não brigues comigo, Candanga
Sou tua, tu és minha; é tudo!

Faz um sol cinza, dá sorriso breve
Te amo no minhocão e seus cartazes
Brasilinha? Um abraço de tesourinha
E vamos fazer as pazes

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